sábado, 28 de agosto de 2010

Em debate Fruet mostra propostas que agradam jornalistas e eleitores


O candidato a senador Gustavo Fruet foi recebido com festa e saiu sob cumprimentos, de amigos e eleitores, do debate promovido na noite desta quinta-feira pela TV Bandeirantes, na sede da emissora em Curitiba. Na chegada ele foi recepcionado por mais de 100 pessoas que o carregaram nos braços e, na saída recebeu aplausos e cumprimentos pela exposição de ideias com tranqüilidade e clareza.

Gustavo abriu e encerrou o debate. Na abertura, explicou que quer ser senador para atuar em sintonia com o Paraná, fiscalizar o poder público, ajudar a tirar o Senado da agenda policial para que ele desempenhe suas funções de fato, e também para legislar bem em favor do Paraná.

Ele destacou que temas essenciais para o País e para o Estado estarão em pauta no Senado nos próximos anos, como as reformas – tributária, política e da Previdência - e disse que esta eleição é a oportunidade de renovação na política do Paraná. Gustavo fez questão, já na abertura, de falar de todos os candidatos da coligação Novo Paraná – Beto Richa, Flavio Arns e Ricardo Barros –, numa demonstração de harmonia.

“Fico pensando como seria se um de nós tivesse em algum momento entrado com processo judicial contra outro integrante da chapa”, numa alusão à coligação adversária, que reúne candidatos que até há pouco tempo eram inimigos políticos.

Lula ataca minoritários da Petrobras


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva resiste à possibilidade de aceitar o preço de US$ 8,50 para cada barril que a União usar na capitalização da Petrobras. Segundo a Folha apurou, Lula prefere um valor próximo a US$ 10.

Segundo lei aprovada pelo Congresso, a União está autorizada a dar 5 bilhões de barris do pré-sal como sua contrapartida no aumento de capital da estatal.
Lula já havia rejeitado a primeira avaliação de laudo encomendado pela Petrobras, que cotou cada barril do governo de US$ 5 a US$ 6.

O laudo da ANP (Agência Nacional do Petróleo) avaliou o mesmo barril entre US$ 10 e US$ 12. Segundo relato de um técnico envolvido nas negociações, o governo vai fixar um número mais próximo ao da ANP.

Em reuniões nos últimos dias, a área técnica do governo chegou a estimar cada barril na casa dos US$ 8. Nas simulações mais recentes, apareceram valores entre US$ 8,20 e US$ 8,50.

Mas Lula, nas palavras de um auxiliar direto, acha pouco e resiste aos US$ 8,50. O número final ainda não foi apresentado ao presidente.

A ANP vem defendendo publicamente uma cotação mais alta: cerca de US$ 9.

PODER DE FOGO

Quanto maior o valor do barril, mais difícil para que acionistas minoritários acompanhem a União na operação de aumento de capital da Petrobras.

Quanto menor o valor, menos poder de fogo tem o governo federal, que é o acionista majoritário da companhia estatal, para abocanhar fatia maior da empresa.

Hoje, a União detém 32% do capital total da empresa. Entre as ações com direito a voto, o governo possui maioria, o que lhe dá o direito de controlar a empresa: 51%.

A intenção de Lula é aumentar a fatia da União para além dos 32% do capital total. A expectativa é chegar à casa dos 40%.

Há entraves para a realização da capitalização da Petrobras na data marcada, 30 de setembro. Além do preço do barril, uma avaliação política tem pesado na decisão de manter ou não o cronograma original. Uma ala do governo defende que a capitalização aconteça somente depois de 3 de outubro, o dia do primeiro turno das eleições.

Na opinião desse grupo, com a possibilidade de vitória de Dilma Rousseff (PT) no primeiro turno, haveria maior interesse privado na capitalização da empresa. Afinal, Dilma, quando ministra da Casa Civil e presidente do Conselho de Administração da Petrobras, foi a principal responsável pelo projeto de capitalização da estatal.

A Petrobras tem insistido em manter a data de 30 de setembro porque está preocupada em arregimentar recursos para sustentar seu plano de investimento para o período de 2011 a 2014, de valor acima dos US$ 200 bilhões.

Nos bastidores, o governo promete uma decisão final até depois de amanhã.

Fonte: folha.uol.com.br

Projeto de Hauly defende controle da publicidade para público infantil


Manifesto que acaba de ser lançado na internet já recolheu milhares de assinaturas pedindo a extinção da publicidade para o público infantil. Porém, desde 2001 o deputado federal Luiz Carlos Hauly tenta aprovar no Congresso Nacional projeto de lei de sua autoria para disciplinar com rigor a publicidade voltado para as crianças. Devido à pressão de grupos de comunicação e também de grandes empresas, a tramitação do projeto segue vagarosa pelas comissões da Câmara Federal.

Para Hauly, pais, educadores e tantas outras pessoas preocupadas com o futuro das crianças brasileiras devem se posicionar contra as campanhas de propagandas que exploram o imaginário ingênuo das crianças. “A propaganda abusiva tem afetado em muito crianças e também os adolescentes, despertando o consumismo desenfreado, vício em álcool e cigarro, e também a descoberta precoce da sexualidade”, explica.

Como conseqüência da massificação da publicidade para o público infantil, conforme Hauly, acaba-se estabelecendo uma disputa acirrada entre os filhos (que passam a pedir todo tipo de presentes e objetos) e os pais ( que precisam aprender a dizer não ao consumismo desenfreado).
O deputado cita como exemplo pesquisa que mostra que os chamados consumidor-mirins
interferem em até 70% na compra do supermercado do mês.

“Eles dão palpite desde os essenciais aos supérfluos. Não haveria problema se o resultado não fosse catastrófico: obesidade infantil, erotização precoce, consumo precoce de tabaco e álcool, stress familiar, banalização da agressividade e violência”, advertiu.

Pesquisa divulgada recentemente mostra que 73% dos pais concordam em restringir a publicidade voltada ao público infantil. As principais justificativas dos entrevistados para a restrição às propagandas são o consumismo infantil, a incitação a má alimentação, ao sexo e à violência. Cerca de 70% dos pais entrevistados afirmaram serem influenciados pelos filhos na hora da compra. A pesquisa, mostra ainda que para os pais o maior influenciador dos pedidos dos filhos são as propagandas (38%). Em seguida estão os personagens de filmes ou de programas de TV (18% e 16%, respectivamente).

“Seria necessário que não houvesse hoje publicidade que falasse diretamente à criança. A influência sempre vai ser muito grande. É uma verdadeira covardia endereçar mensagens comerciais pedindo às crianças que comprem, que consumam serviços, muitas vezes produtos alimentícios, porque elas não conseguem fazer uma análise crítica como os adultos", avalia Isabella Henriques, coordenadora do Projeto Criança e Consumo do Instituo Alana. Ela cita como exemplo países como Suécia e a Noruega, onde a publicidade na televisão voltada ao publico infantil foi totalmente proibida.

Para Hauly, a sociedade como um todo precisa ser conscientizada de que a defesa da vida com dignidade passa também pela proibição da propaganda abusiva voltada para crianças e adolescentes.

Ibope mostra crescimento de Fruet


Pesquisa Ibope divulgada na noite desta quinta-feira (26) confirma a trajetória de ascensão do candidato ao Senado Gustavo Fruet. Gustavo cresceu nove pontos e está agora com 20%, quase o dobro do registrado na pesquisa anterior, no início do mês. Foi o maior crescimento proporcional entre todos os candidatos.

O Ibope confirma a tendência de ascensão de Gustavo registrada pelo Vox Populi que há duas semanas apontou crescimento de 16% para 20%.

O resultado coloca Gustavo Fruet em terceiro lugar na corrida pelo Senado, mas em ascensão e com grande potencial de crescimento.

Gustavo Fruet tomou conhecimento dos resultados do Ibope com a mesma serenidade com que recebeu pesquisas anteriores e lembrou que ainda há um grande número de eleitores que não decidiu em quem votar.

“Há uma grande receptividade à minha candidatura nas viagens pelo Estado e nas visitas a municípios da Região Metropolitana e também em Curitiba pode-se perceber cada vez mais apoio à medida que mais pessoas vão tomando conhecimento de que sou candidato”, disse Gustavo. Entre os candidatos ao Senado, Gustavo Fruet é o que tem menos tempo de campanha, porque saiu candidato no início de julho.

Recado do Hauly

Recado do Hauly para os micro-empreendedores.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Homenagem a Hauly

O deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB) foi homenageado ontem à noite em Londrina durante evento realizado pela Federação Nacional das Empresas de Contabilidade, Auditoria e Serviços (Fenacon), com o apoio do Sescap de Londrina e CRC-Pr.

Hauly, que é economista, foi um dos mentores da Lei Geral que beneficiou milhões de empresas em todo o país e também da lei que criou o Micro Empreendedor Individual.

Fonte: Blog Paçoca com Cebola

Em cartilha, PT manipula dados para desinformar


Ao comentar déficit das transações correntes, que mede o desempenho das compras e vendas de bens, rendas e serviços do Brasil com o resto do mundo, do mês de julho, o deputado Luiz Carlos Hauly (PR) afirmou que o resultado negativo se contrapõe à cartilha produzida pelo PT sobre números da economia brasileira nos últimos anos.

De acordo com o Banco Central, as contas correntes do País fecharam o mês passado com déficit de US$ 4,49 bilhões, contra US$ 1,62 em julho de 2009, quando o País sofria os efeitos da crise financeira. No acumulado do ano, o déficit das transações já chega a US$ 28,26 bilhões. "O resultado é reflexo da precária política econômica do PT", afirma Hauly.

Apesar do resultado das contas correntes, a cartilha produzida para promover a candidatura petista e publicada nessa segunda-feira apresenta as contas externas como se elas fosse reflexo apenas da balança comercial (exportações menos importações) . O documento ressalta que este item teve recorde histórico em 2006, registrando saldo de US$ 46,5 bilhões.

"Os números publicados pelo PT são desonestos", condena o deputado, pois a conta corrente é composta por três itens: balança comercial; a conta de serviços e rendas, que une fluxos de entradas nas diversas modalidades de empréstimos externos e de saídas para o pagamento de juros; e as transferências unilaterais correntes, recursos enviados por brasileiros ao exterior.

"Porém, o Partido dos Trabalhadores só contabiliza a parte que lhe interessa. Isso é uma manobra para mostrar falsos resultados", afirma Hauly. De acordo com os dados do Banco Central, a balança comercial, no mês passado, apresentou superávit de US$ 1,35 bilhão, acumulando no ano saldo positivo de US$ 9,23 bilhões.

Outro resultado ruim diz respeito ao volume de investimento. Em julho, o déficit em conta corrente mais uma vez foi superior aos ingressos líquidos de investimentos estrangeiros diretos (IED) no País, que somaram US$ 2,643 bilhões no mês passado.

Segundo Hauly, três fatores contribuem para os sucessivos déficits nas transações correntes: elevada taxa de juros, falta de incentivo à exportação e excesso de gastos públicos.

Fonte: Agência Tucana